CONSULTAS
(11) 3237 1616

entenda o que é tumor no fígado
LEIA ABAIXO
tumores benignos
LEIA ABAIXO
tumores malígnos
LEIA ABAIXO
Previous
Next

O que é tumor no fígado

O crescimento descontrolado de qualquer célula do corpo pode desenvolver o câncer. A partir deste ponto, pode se espalhar para outros locais do corpo (metástases). O comprometimento do tecido do fígado (hepatócitos, ductos da bile) pelo câncer leva não somente à lesão dos tecidos do órgão, como também pode atrapalhar as suas funções básicas como a metabolização de nutrientes, álcool, drogas, elementos tóxicos e formação de elementos da coagulação.

Os diferentes tipos de células do fígado podem formar tumores tanto benignos como malignos. Normalmente, o tumor que se inicia no fígado, é chamado de hepático primário. Vejamos quais são eles:

tumores benignos

Apesar de benignos, às vezes alguns tumores crescem o suficiente para causar problemas. Felizmente não se espalham tanto para tecidos próximos ou distantes e podem ser tratados por cirurgia ou outros métodos. 

Hemangioma: 

Tipo benigno comum, com inicio em vasos sanguíneos.  Raramente causa sintomas e não necessita tratamento. Quando sangram, precisarão ser operados.  

Adenoma hepático: 

Nasce das células do fígado (hepatócitos), raramente causa sintomas ou precisa de tratamento. Entretanto, alguns podem produzir muita dor na barriga ou perda de sangue quando se rompem. Ainda podem evoluir para câncer. Aconselha-se sua remoção por cirurgia, se possível. Embora raros, mulheres têm maior chance de desenvolvê-los por tomarem anticoncepcionais, assim como os homens que usam esteroides anabolizantes (as famosas bombas de academia). 

Hiperplasia nodular focal: 

Este tumor se compõe de vários tipos de células (hepatócitos, células do ducto biliar e células do tecido conjuntivo). Embora benigno, sua diferenciação do câncer hepático é muito importante. O tratamento pode ser feito por cirurgia.

tumores malígnos

Cânceres primários do fígado:

Tipo mais comum em adultos. Pode ter diferentes padrões, desde tipos que crescem lentos aos que acometem mais difusamente o fígado. A preferência de tratamento é por meio de cirurgia, onde se retira uma parte do fígado ou ainda por meio do transplante de fígado. Quando a cirurgia não é possível, alguns tratamentos como ablações e embolizações podem ser utilizados.

Fazem parte dos 10% a 20% dos canceres que se iniciam no fígado e, mais precisamente, nas vias biliares (ductos que transportam a bile).

São raros e se originam nos vasos sanguíneos do fígado, normalmente em pessoas que se expuseram a alguma substancias toxicas como o PVC, Tório, Arsênico, ou Radium ou são portadores de hemocromatose hereditária. Como crescem e se espalham rápido, a indicação da cirurgia em tempo hábil, é muito difícil. Nestes casos, Quimioterapia e Radioterapia podem ser úteis.

Tipo raro, que na sua maioria, ocorre em crianças menores de 4 anos. As células do tumor são muito semelhantes às células normais do fígado. 60% destes tumores podem ser tratados por meio de cirurgia e quimioterapia.

Canceres que migram de outras localidades para o fígado (secundários, metástases).

Alguns tumores como os de pâncreas, intestino, mama e pulmão por exemplo, podem mandar células para o fígado a partir do seu lugar original (metástases). Neste caso, o tumor recebe seu nome e tratamento em função do tumor original. É necessário tratá-los de uma forma mais ampla, muitas vezes combinando operação e quimioterapias.